
Tempos de excessos. Tempos de consumo.
Parece até inadequado falar de simplicidade. Parece até romântico e talvez, para alguns, até piegas. Mas como é profundo falar do simples. A filosofia oriental já nos lembra, a tempos, como a simplicidade pode ser um caminho para a tão almejada felicidade, esta que muitas vezes nos ocupamos em procurar nas coisas materiais. A contemporaneidade oferece códigos do bom viver impressos nas mercadorias. Assim tem sido a ética moderna da alegria: ter um bom trabalho que nos dê status e uma renda significativa para podermos acumular mercadorias. Aí vêm os apelos do comércio para que se compre o mais novo modelo de carro, de computador, de celular, enfim, porque o do ano que passou já não nos serve mais. O que estamos fazendo com todas estas aquisições materiais? Claro que em muito elas nos ajudam e são inquestionáveis suas utilidades, mas do que nos vale ter tudo isso se nossos corações seguem vazios, angustiados e, às vezes, até descrentes da felicidade. Vejo que é importante voltar ao simples, ao modesto, ao essencial. O olhar profundo sobre a vida nos convida a minimizar os excessos para assim conseguirmos visualizar o essencial. E onde estaria ele? Acredito que ele se expressa na simplicidade de tudo o que nos cerca. Na nobreza das atitudes, no desprendimento para ajudar alguém, na gentileza uns com os outros, no sorriso gratuito e espontâneo, na compaixão para com as dores humanas, na tolerância com os erros do próximo evitando o ácido julgamento, no entendimento fraterno. Como tudo isto é simples! Mas porque será que ainda é tão difícil para nós efetivarmos estas ações? Fica aqui o convite para refletirmos juntos sobre todos os desdobramentos que estas questões podem nos oferecer.
Parece até inadequado falar de simplicidade. Parece até romântico e talvez, para alguns, até piegas. Mas como é profundo falar do simples. A filosofia oriental já nos lembra, a tempos, como a simplicidade pode ser um caminho para a tão almejada felicidade, esta que muitas vezes nos ocupamos em procurar nas coisas materiais. A contemporaneidade oferece códigos do bom viver impressos nas mercadorias. Assim tem sido a ética moderna da alegria: ter um bom trabalho que nos dê status e uma renda significativa para podermos acumular mercadorias. Aí vêm os apelos do comércio para que se compre o mais novo modelo de carro, de computador, de celular, enfim, porque o do ano que passou já não nos serve mais. O que estamos fazendo com todas estas aquisições materiais? Claro que em muito elas nos ajudam e são inquestionáveis suas utilidades, mas do que nos vale ter tudo isso se nossos corações seguem vazios, angustiados e, às vezes, até descrentes da felicidade. Vejo que é importante voltar ao simples, ao modesto, ao essencial. O olhar profundo sobre a vida nos convida a minimizar os excessos para assim conseguirmos visualizar o essencial. E onde estaria ele? Acredito que ele se expressa na simplicidade de tudo o que nos cerca. Na nobreza das atitudes, no desprendimento para ajudar alguém, na gentileza uns com os outros, no sorriso gratuito e espontâneo, na compaixão para com as dores humanas, na tolerância com os erros do próximo evitando o ácido julgamento, no entendimento fraterno. Como tudo isto é simples! Mas porque será que ainda é tão difícil para nós efetivarmos estas ações? Fica aqui o convite para refletirmos juntos sobre todos os desdobramentos que estas questões podem nos oferecer.
Um Feliz Natal a todos!
Adorei a idéia Manaaa.. do Blog !!
ResponderExcluirTenho certeza que tanto nós, leitores, vamos adorar como vc vai se divertir muito escrevendo teus pensamentos !!
um beijo enoorme...
Tudo de mais maravilhoso para todos nós !! SORTE e SUCESSO sempre !